O GPS foi inventado para nos facilitar a vida na hora de viajar, sobretudo de carro. Ou seja, basicamente coloca-se a ventosa no vidro, marca-se o destino e esquece-se os mapas em cima do capô e as indicações pedidas a quem passa.
Porém, estes aparelhos “fantásticos” podem não ser de confiar, pelo menos a cem por cento, mas há quem o faça, estando disposto a seguir rigorosamente o que a este aparelho diz.
Sabine Moreau é um belo exemplo de confia a 100% no GPS. Sabine é uma mulher belga de 67 anos, que combinou no início do ano um café na capital Bruxelas com uma amiga de longa data. Preparou tudo, ligou o GPS e seguiu viagem. Contudo, e por razões que normalmente ninguém percebe, o aparelho começou a dar-lhe informações erradas, mandando-a, por exemplo, entrar em grandes autoestradas.
A mulher suspeitou que algo estava errado, mas não conhecendo a zona, decidiu seguir à risca as indicações.
No total, Sabine acabaria por andar cerca de 1500 quilómetros, até à Croácia. Nessa altura, depois de paragens para descanso, abastecimentos e inúmeras refeições, percebeu finalmente que não poderia demorar tanto a percorrer 60 quilómetros, a distância de onde tinha saído, Solre-sur-Sambre, a região onde morava, até Bruxelas, onde a sua amiga a esperava.
A mulher acabaria por chamar a polícia, que a ajudou a fazer o caminho de volta à Bélgica. Quanto à amiga, apanhou certamente a maior “seca” de sempre.
Casos insólitos como este não são únicos. Em março de 2012, três jovens japoneses, de visita à Austrália, seguiram atentamente as indicações do GPS de tal forma que foram parar ao meio do mar!


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